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“Manuel da Pena” recordado em S. Bento da Porta Aberta

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Foi no passado dia 28 de Agosto, numa data feliz em que se faz memória de Santo Agostinho  e na Arquidiocese de Braga o Aniversário da Dedicação da Sé Catedral, S. Bento da Porta Aberta assinalou também a memória do Pe. Manuel Mendes Fernandes Fonseca, falecido a semana anterior, reitor do Santuário de S. Bento da Porta Aberta no período entre os anos 60 e 70, director do Jornal de S. Bento da Porta Aberta (órgão de comunicação do Santuário) no mesmo período e autor de várias obras literárias entre as quais “Patriarca São Bento –  Santo Miraculoso” assinado sob o seu heterónimo “Manuel da Pena”.

Ambas as memórias foram assinaladas na Basílica de S. Bento da Porta Aberta na Eucaristia semanal das 10h30, presidida pelo Rev.º Cónego Roberto Rosmaninho Mariz tendo concelebrado por vários sacerdotes, entre os quais o P. Adelino Costa e Sousa, actual reitor.

Perante a assembleia da Basílica repleta de fiéis, amigos e devotos de “S. Bentinho”, o celebrante fez “alguns apontamentos”, sobre o homenageado fazendo “uma memória, uma gratidão e uma amizade para com quem no ministério sacerdotal, no seu início, aqui trabalhou e aqui se dedicou como capelão deste Santuário (…)” e através do Sacramento da Eucaristia “manifestar essa mesma memória e essa mesma gratidão”.

Para além do seu múnus sacerdotal destacado, o celebrante também salientou a sua obra literária e a sua dedicação como director do Jornal de S. Bento, os quais “são pilares obviamente que ficam como marcos do caminhar da sua vida”. Também foi feita uma ponte entre a memória de Sto. Agostinho e do homenageado mostrando que “temos esta comunhão de eternidade e é nessa esperança certa que fazemos a memória e gratidão do P. Manuel Fonseca”.

Fazendo referência à busca do sentido da vida que marcou Sto. Agostinho, o qual retrata nas Confissões, incentivou todos a não “viverem por viver” mas procurarem um sentido e uma alegria para a vida que os possa preencher por dentro, concedendo-nos uma felicidade que ninguém nos pode tirar, nem a morte. É em Jesus que esta descoberta acontece. O próprio S. Bento é marcado profundamente por esta busca. O Pe. Manuel Fonseca também o fez.

Terminou com duas citações de Santo Agostinho, as quais nos impelem para Deus e para o bem: “Fizeste-nos para Vós, Senhor, e o nosso coração anda inquieto enquanto não repousa em vós”; “Ama e faz o que quiseres…”.



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